Curiosidades musicais

Esse é um espaço todo dedicado aos grandes acontecimentos históricos e atuais fatos que envolvem a música. Atreves das sete notas podemos atravessar as barreiras, do tempo, do subconsciente e por que não do universo.

Orquestra de legumes

Será que música e legumes têm algo incomum? Num primeiro momento com certeza não, mas algumas pessoas provam que essa relação existe e é bastante inspiradora.

Um grupo de jovens músicos descobriu uma maneira inusitada de se apresentar nos festivais de orquestras por mundo a fora. Tiveram a idéia de confeccionar instrumentos musicais a partir de legumes e verduras.Antes de cada apresentação os integrantes vão a feira para escolhe-los bem fresquinhos.Apos o concerto todo o material vai a panela e vira sopa para todos apreciarem esse delicia musical.Dentre os instrumentos  alguns se destacam: castanholas de berinjela, flautas de cenoura ou alguma percussão recheada com feijão.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/11/071119_orquestravegetalmc.shtml

Top Gear a nordestina

Quem é fã dos games, deve lembrar da musiquinha  do clássico Top Gear.Neste vídeo  um sanfoneiro toca  a trilha semelhante ao jogo.Vejam:

7 curiosidades sobre a música

1Melhora o vocabulário
De acordo com uma recente revisão publicada na revista Nature Reviews Neuroscience por Nina Kraus, da Universidade Northwester,durante o treinamento musical para tocar um instrumento estabelecem-se conexões neuronais que melhoram também outros aspectos da comunicação humana.Daí que as crianças com formação musical tenham um melhor vocabulário e capacidade de leitura.Também explica por que os músicos são capazes de escutar melhor uma conversa quando há ruído de fundo.

2Música de fundo?
Tanto faz se reproduzimos uma canção da Lady Gaga como se optamos por um disco de música clássica, escutar música enquanto desenvolvemos uma tarefa cognitiva (como estudar ou redigir um relatório) reduz o rendimento,segundo um artigo publicado na revista Applied Cognitive Psychology.O melhor nestes casos,dizem seus autores,é o silêncio.

3Ritmo para praticar esporte
Cientistas da Universidade de Brunel demonstraram em 2008 que escutar certo tipo de música, fundamentalmente dos gêneros rock e pop,podem aumentar nossa resistência ao exercício físico intenso até em 15%.O estudo foi publicado na revista Journal of Sport & Exercise Psychology.

4A música,pela esquerda
Segundo um estudo realizado há alguns anos nas Universidades da Califórnia e Arizona e publicado na Science,o ouvido direito ouve melhor os sons da fala,enquanto o esquerdo,responde melhor à música. Inclusive ao nascer,o ouvido está estruturado para distinguir entre os diferentes tipos de sons e enviar ao lugar correto no cérebro,concluía uma das autoras do estudo, Barbara Cone Wesson.

5Música e álcool
A música alta nos bares incita a beber mais álcool em menos tempo,segundo uma pesquisa francesa difundida em 2008 pela revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research.Ademais,quanto mais alto é o volume da música mais rápido consome-se a bebida.

6Boa para a circulação
Cientistas do Centro Médico da Universidade de Maryland demonstraram que escutar música pode beneficiar o sistema cardiovascular tanto como para fazer exercício ou tomar certos medicamentos. Concretamente,analisando a resposta dos vasos sanguíneos com ultrassons enquanto escutamos música, Michael Miller e seus colegas comprovaram que o diâmetro dos vasos,medido na parte alta do braço, aumenta até em 26% com nossa música favorita.Em contraste,a música que qualificamos como estressante faz com que os vasos se contraiam até em 6%.Os experimentos mostraram também que escutando canções que convidam a rir os vasos sanguíneos se dilatam 19%,enquanto a música relaxante produz uma expansão de 11%.

7Com os olhos fechados
Estudando os cérebros de várias pessoas mediante ajuda da ressonância magnética funcional,Yulia Lerner, demonstrou no ano passado que fechar os olhos aumenta o efeito emocional que produzido pela música. Concretamente Lerner utilizou música de filmes de terror e suspense do estilo da empregada por Alfred Hitchcock em seus filmes.E comprovou de modo que a atividade da amígdala,uma zona do cérebro vinculada à sensação de medo, aumentava bem mais com os olhos fechados quando eram mantidos abertos.

http://exactaexpress.com.br/botaai/7-curiosidades-sobre-a-musica-bota-ai

Celebrity music

Grandes nomes de Hollywood saem da frente das câmeras e entram nos grandes palcos portando vivem  em busca de outros meios para se destacar ou mesmo aparecer nas grandes mídias. A lista é bem conhecida confira dos novos músicos:

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BRUCE WILLIS: The Accelerators

Tocando gaita e cantando, Willis reuniu mais dois guitarristas, um baixista, um baterista, um tecladista e um par de backing vocals e formou a sua própria banda de rock and blues. A carreira dos Accelerators começaria antes ainda de Willis assumir o papel em “Duro de Matar” que o consagraria definitivamente, com o disco “The Return of Bruno” (87), lançado pela Motown. No álbum, destaque para uma regravação de “Respect Yourself”, clássico soul/R&B do grupo The Staple Singers, que alcançou o 5º lugar das paradas estadunidenses naquele mesmo ano. Em 88, um “mockumentary” a respeito da influência de um roqueiro dos anos 60 chamado Bruno Radolini (vivido por Willis) ajudaria a alavancar ainda mais a carreira dos Accelerators, com participações de nomes como Elton John, Jon Bon Jovi, Phil Collins, Bee Gees, Joan Baez, Paul Stanley (Kiss), Ringo Starr e Brian Wilson (Beach Boys), entre outros. Um ano depois, sairia outra bolacha, “If It Don’t Kill You, It Just Makes You Stronger”, mas sem o mesmo sucesso. Ainda que sem o prestígio de outrora, Willis e os Accelerators foram fazer, em 2003, uma série de apresentações para as tropas norte-americanas no Iraque.


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JULIETTE LEWIS: Juliette & The Licks

Assim como Bruce Willis, Juliette se tornou famosa em Hollywood mas nunca escondeu a sua quedinha pelo mundo da música. Segundo a própria moça, cresceu ouvindo The Who com o pai e a dobradinha Iron Maiden e Black Flag com o irmão mais velho. Em 2003, ela formaria a banda Juliette & The Licks ao lado dos amigos guitarristas Todd Morse e Kemble Walters. Tocaram na Vans Warped Tour em 2004 e abriram shows de artistas como Social Distortion e Courtney Love. O EP “Like a Bolt of Lightening”, produzido por Linda Perry, abriria as portas para o primeiro disco, “You’re Speaking My Language”. Este ano, lançaram o segundo CD, “Four On The Floor”, cujas baterias ficaram a cargo de Dave Grohl, do Foo Fighters. A sonoridade é suja, meio rock ‘n’ roll clássico, meio punk. Merece uma conferida.

Site Oficial: www.julietteandthelicks.com

My Space: www.myspace.com/julietteandthelicks


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JARED LETO: 30 Seconds To Mars

Ao lado do irmão Shannon, Jared Leto formou o grupo em 2002, quando lançaria o primeiro disco, independente e auto-intitulado, citando influências como Pink Floyd, Kiss e Alice Cooper. No final de 2003, enquanto tocavam seu rock alternativo pela África do Sul, Jared escreveu cerca de 40 músicas – que seriam a base para o segundo disco, “A Beautiful Lie”, que traria ainda um cover para “Hunter”, da cantora Björk. Este ano, acabaram sendo indicados para o Vídeo Music Awards de “melhor clipe de rock” por “The Kill”, concorrendo ao lado de nomes como Red Hot Chilli Peppers e Green Day.

Site Oficial: www.thirtysecondstomars.com

Fã-Site Brasileiro: www.30secondstomars-br.com


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KEANU REEVES: Dogstar

O grupo Dogstar surgiu quando Reeves e o baterista Rob Mailhouse (também ator, já participou de “Days of Our Lives” e “Seinfeld”) se encontraram em um supermercado em 91. Mailhouse vestia um casaco do time de hóquei Detroit Red Wings, e Reeves perguntou se ele precisaria de um goleiro. O interesse no esporte se transformou em amizade, e eles começaram a tocar juntos em casa um pouco do grunge do qual tanto gostavam. A banda teve várias formações (e nomes, como Small Fecal Matter e BFS) até a entrada do vocalista e guitarrista Bret Domrose em 94. Um ano depois, abririam os shows do Bon Jovi na Austrália e na Nova Zelândia e, em 96, sairia um EP de quatro faixas, “Quattro Formaggi”, seguido do disco de estréia “Our Little Visionary” – distribuído apenas no Japão. Chegou a recusar o papel em “Velocidade Máxima 2” por causa das atribuições de rockstar. Em 99, quando tiveram a oportunidade de tocar no Glastonbury Festival, lançaram o segundo disco, “Happy Ending”. Mas os compromissos de cada membro do grupo (especialmente Reeves) já ficavam mais evidentes e complicavam as apresentações. A última apresentação do ator ao lado do grupo foi em outubro de 2002 e, apesar de se considerar for a do conjunto, vez por outra ele tira o pó do baixo e sai para tocar com eles.

Fã-Site Gringo: www.reeves-dogstar.com


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RUSSELL CROWE: 30 Odd Foot of Grunts

Traduzir o nome da banda – “30 Odd Foot” quer dizer algo como “trinta pés estranhos e/ou bizarros”, falando especificamente sobre a medida, enquanto “grunt” é uma gíria considerada honrosa para soldados nos Estados Unidos e demais países de língua inglesa – é tarefa tão difícil quanto descobrir como ele surgiu, já que as histórias são fartas e variadas. O que se sabe é que o grupo de rock australiano surgiria em 92, quando Crowe e o amigo Billy-Dean Cochran, que já vinham tocando juntos desde a adolescência na Nova Zelândia, se mudaram para a Austrália e conheceram os irmãos Dave Kelly e Garth Adam. Com a adição do baterista Don Brown e do guitarrista Mark Rosier, nasceu a banda – mas Brown e Rosier sairiam antes mesmo do lançamento do primeiro registro do grupo, o disco ao vivo “Gaslight” (98). Com Stewart Kirwan nos trompetes e o cantor Dave Wilkins, a banda se tornou um sexteto – Kelly ficou com a bateria e o próprio Crowe com a guitarra faltante. Viriam ainda mais três discos: “Bastard Life or Clarity” (2001), “Texas” (2002) e “Other Ways of Speaking” (2003). Em 2005, o ator abandonaria o sexteto para lançar um disco solo, “My Hand and My Heart”.

Site Oficial: www.gruntland.com


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KEVIN BACON: Bacon Brothers

Uma dupla de música country-folk formada pelos irmãos Michael e Kevin Bacon que sempre tocou junta desde a infância – mas que começou a ganhar atenção em 94, quando se reuniram para tocar em um evento de caridade de sua cidade-natal, Filadélfia. Enquanto Kevin preferiu seguir pelo mundo da atuação, Michael forjou sua própria carreira musical ao participar da banda Good News, nos anos 70, seguida por dois álbuns solo. Compondo para a TV, ganhou um prêmio Emmy pelo documentário “The Kennedys”. Depois de 94, os irmãos caíram na estrada e atraíram os olhos da mídia, lançando em 97 o disco de estréia “Forosoco”. Viriam ainda “Getting There” (99), “Can’t Complain” (2001), o duplo ao vivo “Live: The No Food Jokes Tour” (2003) e o recente “White Nuckles” (2005). Sua canção “Chop Wood (Carry Water)” está na trilha do filme “O Lenhador”, estrelado pelo próprio Kevin.

Fã-Site Gringo: www.baconbros.com


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BILLY BOB THORNTON: Billy Bob Thornton Band

Nascido e criado no Arkansas, Thornton formou sua primeira banda aos 9 anos de idade, e passou toda a sua adolescência tocando. Já foi até baterista em uma banda tributo ao ZZ Top – e sua residência, uma mansão em Beverly Hills, foi comprada do guitarrista Slash (ex-Guns ‘n’ Roses) e tem um estúdio próprio, no qual Thornton gravaria seu álbum de estréia, “Private Radio” (2001). O próprio ator descreve: “Minha música é um gótico sulista. Como eu”. Sua banda é um verdadeiro desfile de estrelas da música dos EUA: os tecladistas Mike Finnegan e Teddy Andreadis (Guns ‘n’ Roses, Alice Cooper, Slash’s Snakepit), o baixista Steve Arnold (Marty Stuart, Zydablu), o baterista Sam Bacco (Matchbox 20, Dixie Chicks, Garth Brooks), os guitarristas Steve Bruton (Bob Dylan, Carly Simon), Randy Mitchell (Donna Summer, Warren Zevon), Michael R. Shipp e Brad Davis e o backing vocal de Mica Roberts (Faith Hill, Toby Keith). Em 2003, o grupo lançou o segundo CD, “The Edge of the World”, com o cover de “Everybody’s Talkin”, de Fred Neil.

Site Oficial: www.billybobthornton.net/music%20band.html


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JADA PINKETT SMITH: Wicked Wisdom

De todos os projetos desta página, talvez o que mais cause estranhamento seja mesmo o Wicked Wisdom de Jada Pinkett Smith. Com a esposa de Will Smith, Jada Pinkett Smith (da série de filmes “Matrix”), nos vocais, a banda traz ainda Pocket Honore (guitarra), Rio Lawrence (baixo), Cameron Graves (guitarra/teclado) e o ex-Fishbone Phillip Fisher (baterista). Os créditos deste último já denunciam: trata-se de uma banda de metal alternativo. Daquelas que misturam peso e agressividade com o groove do funk. Antes mesmo de lançar seu primeiro disco, auto-intitulado (que chegou ao mercado em 2006), o quinteto encarou a missão de tocar no Ozzfest, onde foram hostilizados pela platéia que aguardava Iron Maiden e Black Sabbath. Foram em frente, e abriram shows de Papa Roach, Sevendust e até uma turnê de Britney Spears (???) na Europa.

Site Oficial: www.wickedwisdom.net

My Space: www.myspace.com/wickedwisdomband


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STEVEN SEAGAL: Steven Seagal & The Thunderbox

Você pode se lembrar dele muito mais por seus papéis canastrônicos em filmes de ação nos quais bate em todo mundo e não leva um único soco (e nem desarruma o rabo-de-cavalo), mas o fato é que Seagal também é apaixonado pelo mundo da música – e toca seu vilão desde a infância. Em 2005, lançou “Songs from the Crystal Cave”, uma coleção de blues e folk, com pitadas até de reggae e world music e participações de nomes como Tony Rebel e o ótimo Stevie Wonder. Já em 2006, renomeado como “Steven Seagal & The Thunderbox”, viria o elogiado “Mojo Priest”. Os convidados especiais são Ruth Brown e Bo Diddley, além de membros da lendária banda de Muddy Waters, em releituras de clássicos absolutos como “Little Red Rooster,” “Hoochie Coochie Man” e “Dust My Broom”. A turnê começa em janeiro de 2007.

Site Oficial: www.stevenseagal.com


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DENNIS QUAID: Dennis Quaid and The Sharks

Quaid sempre foi do tipo rock ‘n’ roll, um fã declarado dos clássicos. Chegou a compor canções para filmes estrelados por ele, como “Sede de Triunfo” (1983) e “Acerto de Contas” (1987). Mas depois de “A Fera do Rock” (1989), no qual interpretou o próprio Jerry Lee Lewis, Quaid resolveu montar seu grupo de rock. Assumindo a função de vocalista e guitarrista, ele reuniu, em 2000, Jamie James (guitarrista), Ton Slik (baixo), Ken Slange (teclados) e Tom Walsh (bateria). Além de tocarem composições próprias, eles ainda executam covers como “Great Balls of Fire”. Tocando sempre descalço, Quaid e seus Sharks podem ser freqüentemente vistos nos principais clubes de Los Angeles.

Site Oficial: www.dqandthesharks.com


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PETER STORMARE: Blonde From Fargo

O ator sueco, fã de Beatles, The Clash e Nirvana, começou sua relação com a música já em seu país natal – levada para Nova York e Los Angeles quando se mudou para os EUA. Em 2000, quando trabalharam juntos em “O Hotel de Um Milhão de Dólares”, o vocalista Bono Vox (U2) o encorajou a seguir em frente com sua carreira musical. Depois de algumas apresentações em Los Angeles, surgiria o grupo Blonde From Fargo – que conta ainda com Randy Arizona (guitarrista/Donna Summer, Billy Bob Thornton), Dean Pleasants (guitarrista/ Suicidal Tendencies, Infectious Grooves), Matt Laug (guitarrista e baterista/ Alanis Morissette, The Corrs, Slash’s Snakepit, e The Calling) e seu grande parceiro e conterrâneo Johnny G. (baixista, guitarrista e pianista/ Nina Hagen, Slash’s Snakepit).

Site Oficial: www.blondefromfargo.com


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HARRY DEAN STANTON: Harry Dean Stanton BandDe todos os atores que resolveram se aventurar pelo universo musical, aquele que tem a trajetória mais duradoura é mesmo Harry Dean Stanton, cuja banda já toca junta há mais de uma década. Vocalista e gaitista (além de eventualmente guitarrista), Stanton e companhia estão sempre se apresentando nas casas de shows de Los Angeles, misturando rock clássico (Bob Dylan, Jimmy Reed), blues (Muddy Waters) e jazz dos anos 20 e 30. Já dividiu o palco com nomes como Chaka Khan, John Densmore (baterista do The Doors), Joan Baez e Bing Crosby. Entre seus fãs declarados estão Ringo Starr e Bono Vox (U2).

Fonte http://whiplash.net/materias/curiosidades/062188.html

Olha do que a tecnologia é capaz de fazer. Agora as músicas são feitas nos próprios iphones , com um som parecido com o real , confiram como há grandes semelhanças com os instrumentos reais.

Você sabe o que é musicologia?

Musicologia é o estudo científico ou mesmo a ciência da música. Considera-se musicologia a atividade do musicólogo enquanto ofício do pesquisador em música, diferenciando-se das outras duas grandes áreas da música: a invenção (ofício do compositor) e a interpretação/performance (ofício do instrumentista, cantor ou regente).
É possível que o primeiro a desenvolver atividades que hoje podemos entender como musicológicas tenha sido Aristóxeno de Tarento (século IV a. C.). Segundo Aristóxono, em seus Elementos da Harmonia, a música é ao mesmo tempo arte e ciência. A musicologia estuda as amplas perspectivas históricas, antropológicas e estético-poéticas da música, abrangendo tanto questões técnico-operativas como filosóficas da música. Também fazem parte da tarefa musicológica a notação em suas relações evidentes com a percepção musical, a organologia ou estudo dos instrumentos musicais e a fisiologia aplicada à técnica dos instrumentos e seu desenvolvimento, métodos didáticos, acústica e, por fim, toda possibilidade de teoria musical e suas várias disciplinas, tais como harmonia, contraponto, linguagem e estruturação, incluindo-se as referências internas dos parâmetros musicais (altura, duração, intensidade e timbre). O musicólogo também analisa as questões musicais tendo-se em vista as referências externas à música. Assim, para se entender os complexos desdobramentos da atividade musical é necessário também abordar suas incontornáveis implicações sociais e ideológicas.
Dica de livro sobre musicologia

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